O Papel da Geologia Ambiental

O Papel da Geologia Ambiental é de grande importância na mineração, para prevenir e mitigar impactos ambientais duradouros, como poluição do solo, água e ar, perda de habitat e erosão do solo. Assim, ainda que após o término das operações de mineração, esses impactos persistem por décadas. Durante a extração e processamento de minerais, as empresas liberam metais no ambiente, representando um sério risco para a saúde humana e o ecossistema. Portanto, neste artigo, exploraremos como a geologia ambiental se relaciona com a remediação de áreas contaminadas pela mineração, destacando as técnicas de remediação. Assim mesmo, analisaremos como essas técnicas podem ser aplicadas para mitigar os danos ambientais causados pela atividade mineradora.

Poluição de rio no Colorado, EUA. Fonte: The Denver Post// U.S. mining pollutes waters, Rivers in Colorado

Geologia Ambiental:

Na remediação de áreas contaminadas, aproveitamos os processos naturais para reduzir as concentrações de contaminantes. Utilizando a capacidade natural do solo e das águas de se recuperarem por meio de biodegradação, diluição e absorção, conseguimos melhorar gradualmente a qualidade ambiental. Nessa abordagem, realizamos coletas regulares de amostras do solo e dos aquíferos presentes, levando-as para os laboratórios para realizar testes químicos. Assim, monitoramos de perto a evolução dos níveis de contaminação até que atinjam níveis aceitáveis. Adicionalmente, esse acompanhamento contínuo nos permite ajustar as estratégias de remediação conforme necessário, garantindo uma eficácia consistente ao longo do tempo.

Atenuação Natural Monitorada (ANM)/O Papel da Geologia :

Essa técnica utilizada em áreas contaminadas visa aproveitar os processos naturais para reduzir as concentrações de contaminantes. Por meio da capacidade natural do solo e das águas de se recuperarem, utilizando biodegradação, diluição e absorção, promovemos a reabilitação ambiental de forma eficiente. Nessa abordagem, realizamos coletas regulares de amostras do solo e dos aquíferos presentes, levando-as para os laboratórios para realizar testes químicos. Dessa forma, monitoramos de perto a evolução dos níveis de contaminação até que atinjam níveis aceitáveis. Também, esse acompanhamento contínuo nos permite ajustar as estratégias de remediação conforme necessário, garantindo uma eficácia consistente ao longo do tempo.

Bombeamento e tratamento:

Essa técnica, aplicada em áreas contaminadas, busca aproveitar os processos naturais para reduzir as concentrações de contaminantes. Ao utilizar a capacidade natural do solo e das águas de se recuperarem por meio de biodegradação, diluição e absorção, é possível promover a reabilitação ambiental de forma sustentável. Nesse contexto, o monitoramento envolve realizar coletas regulares de amostras do solo e dos aquíferos presentes, levando-as para os laboratórios para realizar testes químicos. Dessa maneira, acompanha-se de perto a evolução dos níveis de contaminação até que atinjam padrões aceitáveis. Adicionalmente, esse acompanhamento contínuo permite ajustar as estratégias de remediação conforme necessário, garantindo uma intervenção eficaz ao longo do tempo.

Fitorremediação:

Na remediação de áreas contaminadas, nós implantamos plantas para remover ou conter contaminantes presentes no solo, água ou ar. Essas plantas absorvem os contaminantes através de suas raízes, onde os poluentes são acumulados. Dependendo do tipo de contaminante e das condições ambientais, as plantas podem facilitar a volatilização, a fotodegradação, a sorção ou a biodegradação dos contaminantes, reduzindo os níveis de concentração para um padrão aceitável.

Na fitorremediação, podemos implementar diversas formas. Isso inclui a fitoextração, onde as plantas acumulam os contaminantes em suas partes aéreas para posterior remoção; a rizodegradação, onde as raízes das plantas promovem a biodegradação dos contaminantes no solo; e a fitodegradação, onde as plantas facilitam a degradação dos poluentes. Essas técnicas oferecem uma abordagem sustentável e ecológica para a remediação de áreas contaminadas, aproveitando os mecanismos naturais das plantas para restaurar a qualidade do ambiente. Outrossim, é importante ressaltar que a escolha da técnica de fitorremediação depende das características específicas do local contaminado e dos objetivos de remediação.

Barreiras Reativas Permeáveis:

As barreiras reativas permeáveis são estruturas instaladas no subsolo para interceptar e tratar as águas subterrâneas contaminadas. Elas são preenchidas com materiais reativos que removem os contaminantes da água à medida que passam por elas. Os contaminantes são retidos e transformados em materiais com níveis menores de contaminação. Portanto, essa técnica é utilizada na remediação de áreas contaminadas pela mineração, proporcionando uma solução sustentável para o tratamento de águas subterrâneas contaminadas.

A remediação de áreas contaminadas pela mineração é uma tarefa complexa que exige uma compreensão detalhada das condições geológicas e ambientais locais. Ao interagirmos os conhecimentos geoambientais com as técnicas de remediação, podemos amenizar os danos causados pela área contaminada e revitalizar a sustentabilidade local. Ademais, é importante considerar que a aplicação dessas técnicas requer uma abordagem personalizada, adaptada às características específicas de cada local contaminado.

Referências:

http://mineralis.cetem.gov.br/bitstream/cetem/603/1/Debora%20Sanchez%20Pereira.pdf.

http://mineralis.cetem.gov.br/bitstream/cetem/935/1/cap10.pdf

Santos, Jorge Antônio Gonzaga. Recuperação e reabilitação de áreas degradadas pela mineração / Jorge Antônio Gonzaga Santos._ Cruz das Almas, BA: UFRB, 2017/https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/175225/2/recuperacao.pdf

LEITE, M.; GUAJAJARA, E. P. V.; SILVA, S.; SILVA, W. L. da; SANTOS, S. C. dos. Fitorremediação de Solo Contaminado por Metais Pesados. Cadernos de Prospecção, [S. l.], v. 12, n. 2, p. 327, 2019. DOI: 10.9771/cp.v12i2.27308. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/nit/article/view/27308. Acesso em: 25 fev. 2024.

Recuperação de áreas mineradas / editor técnico, José Maria Filippini Alba. – 2. ed. rev. – Brasília, DF : Embrapa Informação Tecnológica, 2010. /https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/doc/884697/1/RECUPERACAO-AREAS-MINERADAS-ed02-2010.pdf


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